quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cientistas americanos e brasileiros estudam em conjunto a espiritualidade, confirmando as teses espíritas



“O estudo sugere que áreas que normalmente funcionam quando estamos escrevendo ou realizando outras tarefas cognitivas, de certa forma, desligam quando a pessoa entra em estado de transe. Isso é consistente com a experiência (dos médiuns) segundo a qual eles não estão no comando da prática e do que estão escrevendo. Quando a actividade do lobo frontal diminui, a pessoa não sente que está realizando uma tarefa, e sim que essa tarefa está sendo feita para ela”, explica o doutor Andrew.
A princípio, isso descarta a possibilidade que os médiuns em questão estivessem, de algum modo, fingindo estar fora de si e tornaria impossível ser fruto de esforço humano.
Comparando este estudo com o similar, feito sobre os efeitos da oração, torna-se claro como esse tipo de pesquisa “contribui para o nosso entendimento da relação entre o cérebro e as experiências e práticas espirituais”, afirmou o pesquisador.
“Também nos leva a pensar se os médiuns de facto estão conectados a um reino espiritual… Se sabe que as experiências espirituais afectam a actividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade recebe pouca atenção científica e, a partir de agora, devem ser feitos novos estudos”, explicou Newberg, que teve a colaboração do psicólogo clínico Júlio Peres (na fotografia), do Instituto de Psicologia da USP. Com informações VEJA e Deseret News. (cf,http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-mostra-a-relacao-entre-o-cerebro-e-as-experiencias-espirituais/ em 30 de Dezembro de 2012).
O Espiritismo demonstrou a imortalidade do Espírito, a reencarnação e a comunicabilidade dos Espíritos. Allan Kardec, sábio francês, sempre defendeu que o espiritismo marcha ao lado da ciência oficial, mas não se detém onde esta pára, indo mais além, desvendando as leis que regem o intercâmbio entre o mundo espiritual e o mundo terreno. Kardec defendia ainda que, no dia em qua ciência oficial demonstrasse que um único ponto do espiritismo estivesse errado, então os espíritas abandoná-lo-iam para seguir a ciência oficial.Até aos dias de hoje, a ciência oficial tem vindo, sucessivamente, a confirmar as assertivas espíritas.

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