quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A ORIGEM DE ALGUNS PALAVRÕES

Descubra a origem de alguns palvrões muito comuns em nossa "vasta" e "culta"linguagem.
Idiota
Na nossa linguagem, idiotice virou sinônimo de ignorância! Mas para os psiquiatras, idiotia é um tipo de deficiência que atrasa o desenvolvimento mental. Entendeu? Não? Poxa! eu estou tentando te explicar e você fica ai parecendo um idiota! Rs. Calma.. É apenas um exemplo de como essa palavra se encaixa bem em nossas vidas!
Na Grécia antiga, onde o dever cívico era muito valorizado, o termo acabou sendo usado para desqualificar os alienados de plantão.

Vá se Fuder
Vocês entenderam o Fu não é? Bem.. Se a sua resposta for não.. Vou tentar explicar, tenta imaginar algo que se refere à singela expressão: vá se ferrar!?… Ficou mais fácil agora? É impossível determinar quando a frase completa desse xingamento superpopuplar começou a ser usada, mas o verbo futere, em latim, quer dizer isso mesmo que você está pensando: fuder ou ter relações sexuais! Em português e em vários outros idioma esta palavra está associada a inúmeras ofensas. Em inglês, dezenas de expressões levam o termo fuck na receita, como fuck off ? que pode, entre outros significados mais pesados, ser entendida como: coçar o saco! ou fazer merda! Ou outros palavrões que o horário não me permite colocar aqui.

Otário
As gírias da malandragem não são exclusividade dos manos brasileiros. Esta palavra nasceu do lunfardo, uma língua muito louca não oficial que surgiu nos bairros pobres de Buenos Aires, na Argentina! Só podia ser.. No original portenho, o termo significa algo como: homem ingênuo. Em português, a ingenuidade acabou associada à tolice..
O insulto veio do mundo animal: otária é o gênero dos animais que se locomovem com dificuldade e se transformam em presas fáceis em terra firme.

Puta que pariu
Há algumas décadas, a expressão: vá para a PQP!! Era usada em seu sentido literal: dizia-se para a pessoa voltar para o corpo da mãe, que era uma prostituta. Hoje ela tem um sentido menos agressivo que, na maioria das vezes, não passa de um: não enche o saco! Esse processo de suavização das palavras é comum durante o amadurecimento de um idioma.

Caralho!
Diz-se dos mais altos mastros das caravelas. Os portugueses chamavam esses mastros de “caralho”. Por serem mastros grandes, alguns portugas começaram a fazer comparações do tipo “o meu é tão grande quanto um caralho”, e desse jeito, a palavra acabou por perder seu sentido original. Hoje em dia, acabou se tornando um palavrão usada como sinônimo de pênis, como interjeição de espanto ou intensificação de alguma expressão! Versões mais light como caraca e caramba também servem, mas não produzem o mesmo efeito. (Agradeço ao Willian do Risada Forçada por nos mandar um e-mail falando da origem do Caralho)

Babaca
É o nosso xingamento caçula da turma! O registro mais antigo de que se tem noticia é de 1939. Mas é possível que esse xingamento levinho tenha surgido antes disso. O babaca é uma pessoa tolinha, um bobinho! Ou, em bom português, um zé Mané! Há! Ela pode ter sido adaptada do tupi babaquara, que significa algo como pessoa que nada sabe! Também pode ter nascido do latim baburrus (tolo) ou do português mesmo, como adaptação de basbaque, que é a pessoa que fica espantada ou embasbacada com tudo!

Imbecil
Essa distinta palavra vem do latim: imbecillis, significava: fraco ou frágil. Tudo poderia ser chamado de imbecil: a saúde de alguém, a decisão de um juiz ou a qualidade da terra.. Mas hoje o sentido se transformou êm um sinônimo de tolo ou idiota. Ah, como esta ultima palavra, imbecil também foi aproveitada pela psiquiatria para caracterizar um paciente com atraso mental.

Vai tomar no cu
O tabu da homossexualidade gerou essa expressão, que significa, literalmente, mandar alguém se submeter ao sexo anal! Que bunitinho ficou essa explicação hein? Rs! A palavra ca, ce, ci, co, cú vem do termo latino culus, usado para se referir ao ânus ou ao traseiro! Ou seja, tomar algo no seu traseiro! fonte:http://ndaprafzr.blogspot.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário